Rafael Venturelli

Curioso, preocupado, DJ de quinta categoria e publicitário

Estamos em época de eleição e, como todos sabem, um dos principais responsáveis pela liderança de Dilma nas pesquisas é o nosso querido presidente meninão Lula.

Um dos fatores que faz com que nosso presidente tenha um dos maiores índices de aprovação da história é a sua simpatia e a capacidade de dialogar com todas as camadas da sociedade. Como por exemplo os regueiros:

Depois do Haiti, o próximo passo é conquistar a Jamaica!

Que Jah ilumine seu caminho.

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Esse post é especial para meus amigos que não entendem quando eu falo que trabalho com “social media”.

“Mas que porra é essa de social media?” é a pergunta mais comum quando o assunto é trabalho. Pois bem, está aí uma apresentação que conta um pouco sobre o que eu faço e a maneira que eu penso a comunicação.

What the F**k is Social Media NOW?

Estou a disposição para qualquer dúvida ou comentário. Só não me venha com pergunta cretina! =)

via blog.ftofani.com

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Infográfico é a mistura de informação com design, mas muitas vezes esses elementos não estão balanceados.

Veja a verdade sobre a maioria deles:

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“Ninguém fica bonita na 3×4, sério, eu acho uó!”. Esse tipo de declaração é a mais comum quando o assunto é renovar a carteira de motorista ou tirar o passaporte.

Vocês mulheres realmente tem um sério problema com as temidas 3×4. Com razão, a maioria não sai bem e fica meio torta.

Foi nisso que a Leo Burnett viu uma oportunidade para divulgar a linha de produtos da Koleston:

Foi montado um estúdio de beleza profissional no Poupatempo de Santo Amaro, onde as mulheres eram maquiadas e faziam o cabelo. Depois da produção suas 3×4 eram tiradas por um fotógrafo profissional. Nada mal.

A ação é simples e torna a experiência dolorosa de encarar um Poupatempo lotado em algo inesquecível. Fora que todas terão orgulho de mostrar para todo mundo o novo RG.

Sou fã de ações desse tipo. Pegar algo que está presente na vida das pessoas e transforma em uma experiência útil, colocando a marca em um papel de colaboração e em nenhum momento de invasão.

Uma salva de palmas: CLAP CLAP CLAP CLAP CLAP

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Apresento para vocês a Multi Touch Light Table, que foi idealizada por Gregory Kaufman. Não vou me alongar muito, o vídeo dirá tudo. Veja:

UPDATE: Hoje estava conversando com um amigo que também é DJ e ele me apresentou o projeto do chileno Rodrigo Campos.

O projeto se chama Töken Experience e também é baseado em uma tela multitouch. Veja o Töken em ação:

É meu povo, o futuro chegou. Agora para atacar de DJ é “mão na tela, pose para foto”

O Multi Touch Light Table foi dica da @loverox
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Há quem diga que religião e política não se discutem. Porém, em mundo onde a internet abre as portas para todos terem uma opinião, essa máxima caiu.

Ontem, dia 9 de agosto, nasceu o Eu Lembro, uma rede social que se propõe a organizar e centralizar as discussões sobre política na internet.

O nome e o elefante fazem referência justamente a uma coisa que falta muito ao povo brasileiro nesse tempo de eleição, memória.

A principal função é acompanhar a movimentação dos candidatos antes e depois das eleições através de agregadores de notícias e redes sociais que eles estejam presentes. Você poderá segui-los e acompanhar de perto o que dizem twitter e no youtube.

Além disso é possível colocar a sua opinião no fórum de cada candidato, essas opiniões são divididas entre “Apoiar” e “Criticar” e, de certa forma, mostram a intenção de voto dos usuários.

Por lá, a Marina está na frente na corrida para presidente e  a Dilma é a mais criticada. Veremos qual será o resultado no dia 3 de outubro.

O projeto foi produzido pela WebCitizen.


PS: Finalmente os “especialistas” em social media poderão trocar o case Obama nas apresentação sobre política.
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A agência Moma criou para o Maxi Mídia 2010 uma série de anúncios “vintage” para as maiores redes sociais da atualidade.

A mensagem da campanha é “Tudo evolui rápido, atualize-se”, dando a entender que o que é atual agora pode se tornar obsoleto em um futuro próximo. O conceito é simples, mas não deixa de ser uma verdade absoluta. Pare para pensar o que eram essas ferramentas há cinco anos.

O cuidado nos detalhes da direção de arte elevam os anúncios a um patamar superior. Tenho certeza que se esses anúncios fossem vendidos em uma moldura legal, muitos nerds viciados em internet pendurariam nos seus quartos. Eu seria um deles.

Veja-os em tamanho original: Skype - Youtube - Facebook

Ah! Se você ainda não é adepto do Facebook, aprenda algumas regras com a Alice e o Timmy:

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Essa semana chegou a São Paulo um dos mais populares jornais do Rio de janeiro, o Meia Hora. O jornal ganhou fama por suas capas polêmicas e a estilo despojado de dar notícias. Uma comparação mais reveladora para os paulistas é: O Meia Hora é o antigo Notícias Populares com menos sangue.

Li as duas primeiras edições e o que mais me chamou atenção é a forma como as notícias são dadas, muito mais uma conversa coloquial do que a exposição de um fato. Isso cria uma identificação imediata com o publico.

Isso me lembrou da velha discussão de “blogs como forma de informação” e “qualquer um pode ser jornalista”. Para mim, o Meia Hora é um blog impresso que é vendido em bancas de jornal. Não me assustaria se o conteúdo editorial fosse de autoria do pessoal do Interbarney.

Em um país onde a leitura não é um hábito, vejo em jornais como o Meia Hora uma forma muito interessante de levar informação para todas as camadas da sociedade. Por isso, coloco os blogs e ele na mesma categoria: Democratizadores da informação.

Outro destaque vai para a campanha de lançamento do jornal. A ação criada pela Espalhe, segue a linha irreverente das matérias e usa a rotina de PFs (pratos feitos) servida nos restaurantes paulistas na hora do almoço.

Além de informar os famintos frequentadores, enviou uma mala direta com um marmitex do prato do dia para alguns profissionais do mercado publicitário.

A ação dura 3 semanas, sempre criando manchetes inéditas em cima dos pratos do dia. As 2 primeiras semanas já estão fechadas, mas quem quiser pode mandar sua manchete para o editor do @meiahora. Basta seguir o perfil e mandar sua manchete com a tag #meiahoraSP. As escolhidas pelo editor terão a honra de ornar grande parte dos restaurantes de São Paulo.

DICA: Amanhã é quinta e eu gosto de massa.

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A história todo mundo conhece e o trailer até que é bom. Não da para esperar nada além de um puta filme.

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Todo brasileiro tem uma forte ligação com Portugal. Uns são descendentes diretos e outros traumatizados com as notas baixas nas provas de histórias. Eu faço parte dos dois universos.

Nunca visitei a “terrinha”, mas tenho muita curiosidade. Vira e mexe algo interessante de lá aparece por aqui, portanto resolvi destacar as últimas notícias que recebi “de Trás-os-Montes”.

- Cristiano Ronaldo compra filho.
O jogador Português Cristiano Ronaldo, decepção da última copa, não resiste e compra seu filho. Depois de ter assinado um contrato milionário com o Real Madrid e gastar tudo com carros, mulheres e roupas, adquiriu o único bem que lhe faltava: Um ser humano. Um absurdo.

- Bon vivant português comenta piadas sobre seus conterrâneos no Youtube.
Giginho, mais conhecido como Vitor Fasano de bigodes, comenta no seu canal no Youtube as piadas enviadas pela sua audiência. Um exemplo de humor inteligente na Internet .

- Coelho tarado ataca habitantes em Lisboa
Isso é mentira, é só um clipe de uma música muito boa da banda portuguesa M.A.U. Recomendo.

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por Luis Felipe Pondé, para a Folha

Atenção, pecadores e viciados em sexo, comida, bebida, dinheiro e poder: vocês estão ultrapassados. Há uma nova ganância no ar: a mania de qualidade de vida e saúde total. Esta ganância é o que o jornal “Le Monde Diplomatique” já chamava de “la grande santé” (“a grande saúde”) nos anos 90. A mania de ter a saúde como fim último da vida.

Acho isso antes de tudo brega, mas há consequências mais sérias que um simples juízo estético para esta nova forma de ganância. Consequências morais, políticas e jurídicas: o controle científico da vida.

Agora esses fanáticos estão a ponto de demonizar o açúcar, a gordura e o sódio. Querem fotos de gente morrendo de diabetes no saco de açúcar ou de ataque cardíaco nas churrascarias. O clero fascista da saúde não para de botar para fora sua alma azeda.

Mas, como assim, ganância? Sim, esta ganância significa o seguinte: quero tirar do meu corpo o máximo que ele pode me dar. Inevitavelmente fico com cara de monstro narcisista quando dedico minha vida à saúde total. Sempre sinto um certo ar de ridículo nesses pais que obrigam seus filhos a comer apenas rúcula com pepinos e cenoura desde a infância.

Suspeito que os “purinhos”, no fundo, se deliciam quando veem fumantes morrerem de câncer ou carnívoros morrerem do coração. Sentem-se protegidos da morte porque vivem como “pombinhos da saúde”. São medrosos. A vida é desperdício, e ganancioso não gosta disso.
No caso da morte, probabilidade é como gravidade: 100% de certeza. Logo, a luta contra a morte é uma batalha perdida, nunca uma vitória definitiva.

Se você não morrer de acidentes (carro, avião, atropelamentos, assaltos, homicídios) ou de epidemias (tipo pestes) ou por endemias (tipo doença de chagas), ou de doença metabólica (tipo diabetes) ou de doenças cardiovasculares (tipo AVC ou acidente cardiovascular e ataque cardíaco), você sempre morrerá de câncer.

Claro, ainda temos contra (ou a favor) a tal herança genética. Você passa a vida comendo rúcula e morre de AVC porque suas “veias” não valem nada. Que pena, passou uma vida comendo comida sem graça e morreu na praia. E vai gastar dinheiro com hospital do mesmo jeito, ou, talvez, mais ainda. Sorry.

Logo, caro vegetariano, escapando de doenças cardiovasculares porque você evitou (religiosamente) gorduras supostamente desnecessárias, você pode simplesmente morrer de câncer porque deu azar com o pai que teve ou porque, no fim, tudo vira câncer, não sabia?

Um dia, esses maníacos da saúde total desejarão processar os pais por terem deixado que eles comessem coxinhas e brigadeiros quando eram crianças ou porque simplesmente tinham maus genes em seus gametas.

Sinceramente, não estou convencido de que viver anos demais seja muito vantajoso. Sem “abusar” da comida, da bebida, do tabaco, do sexo, das horas mal dormidas, não vale a pena viver muitos anos.

A menos que eu queira ser uma “freira feia sem Deus”, o que nada tem a ver com freiras de verdade, uso aqui apenas a imagem estereotipada que temos das freiras como seres chatos, opressores e feios , ou seja, uma pessoa limpinha, azeda e repressora.

Como diz meu filho médico de 27 anos, “nunca houve uma geração tão sem graça como esta, obcecada por viver muito”. Eu, pessoalmente, comparo esta geração de pessoas obcecadas pela saúde àqueles personagens de propaganda de pasta de dentes: com dentes branquinhos, cabelos bem penteados e com cara de bolha (ou “coxinha”, como se diz por aí).

Dei muita risada quando soube que alguns cientistas estavam relacionando câncer de boca à prática frequente de sexo oral. Será que sexo oral dá cárie também? Terá a vida sentido sem sexo oral? Fazer ou não fazer, eis a questão!

Essa ciência horrorosa da saúde total deverá logo descobrir que sexo oral faz mal, e aí, meu caro “pombinho da saúde”, como você vai fazer para viver sendo perseguido pela saúde pública? Talvez, ao final, não seja muito problema para você, porque quem é muito limpinho não deve gostar mesmo dessa sujeira que é trocar fluidos e gostos por aí.

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“O bom e velho Rock and Roll”

Essa afirmação é uma das mais verdadeiras da minha história musical. Graças ao Roberto, mais conhecido como meu pai, as primeiras notas que tocaram meu tímpano vieram de uma guitarra.

Meus primeiros ídolos foram alguns expoentes da década de 70, que não saiam do toca fitas do carro da família e faziam a trilha sonora do caminho da escola.

Smoke on The Water, Ballroom Blitz, Bohemian Rhapsody e Detroit Rock City foram ótimos ingredientes para uma infância feliz.

Rock para divertir, rock para distrair, rock para animar, rock para contestar, rock para sorrir ou rock para sonhar. Não importa o motivo.

Vida longa ao rock!

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Dizem que tutoriais de maquiagem trazem muitos acessos. Já que estou começando o blog, achei interessante entrar nessa onda.

Esse video revela o real motivo para tanta preocupação com o tema: Você é feia.

Nada contra um retoque aqui e um batonzinho alí, mas se você acha que maquiagem vai fazer você uma pessoa melhor, você está redondamente enganada.

Leve isso como uma dica, ou como um alerta. Se você está passando muito tempo falando sobre maquiagem, você pode ser membro desse seleto grupo das barangas.

Um beijo, sua linda!

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Concordo com o @konelindo

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